mais um

Suavemente, desce sob meu corpo, indefinida amargura, indelicada e segura, arma contra meu próprio. É quando mordem as iscas, e lá se ferem. Capturados em segundos, nem imagem aos oriundos, que já foram.

Incerto de que há o grande maior, o homem ferido se opõe ao ódio e se reabilita a vida social de maneira Real. Disseram-lhe que a vida é dor, que o medo é respiração, que mentira é estar acordado. Ele não creu, tanto em si como nos seus que vagueavam ofensivamente a psique do rapaz.

Profundamente árduo, incontingente e além do vácuo. Soletrando satisfatórias dicas, diligentes e absurdamente criativas.

Morte ao que não quer viver. Nesse exato momento, estou procurando por minha alma.

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