Arquivo para dezembro, 2011

qual caminho?

Posted in em destaque on dezembro 31, 2011 by felipert

Sensores reativados, espanto
Os olhos que outrora ardiam
Nadam no vinagre enquanto
Canto, além do que pediam.

É que as mãos atadas, figuram entre as melhores qualidades lá. Sempre corrente.
A lama que lavava, a dama que era escrava, o artesão que mentiu
E drama ele cavava, na cama ansiava por sermão de quem partiu.

“Vou seguir com os olhos abertos”, disse o irmão.
E “eu não vou nem abrir os olhos, imagina me levantar e tentar seguir”, respondeu o irmão do outro.
Foram além do que previu a cartomante, sem se dar conta de que o importante era um dos dois, esquecendo que depois, seria carta sob apenas. Nada os manteve unidos.

Renasceram mais 400 vezes e da ultima, sem parentesco.
Não se sabiam até a penúltima sim, e era gigantesco.
O que deveriam decifrar sozinhos.
No final dos pontos, nem sequer o caminho
deles, eles sabiam.

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sim

Posted in em destaque on dezembro 30, 2011 by felipert

Não tem tempo a gastar com delicadezas e deixar que as prioridades degradantes continuem como tal, tal prioridade e pior, degradante.
Já controlou o que pôde, perdeu quando quis e permitiu que possuísse sendo um corpo sorridente nuns instantes e dois desfrutantes da companhia pelo resto do tempo, aprendendo a deixar aberto pra que um veja o interior do outro, sem muitas teias e muito poucas objeções.

Já lá, não controlou nada, só seguiu com a risada e proporcionou ao entretido, um bom, bom entretenimento sim.

Não há tempo a perder. A possessão se transforma em ódio aos poucos e todas as partes receberão o que absolutamente, menos desejam.

Soa infinito e que permaneça.

olhos novos

Posted in em destaque on dezembro 27, 2011 by felipert

Num ato falho, sem enredo, sem levada
Vezes retalho, nada cedo, em debandada.
Foi integrando pouco, até que feito mouco
Ouviu-se rouco, dizem até que louco

E talvez alto, tanto quanto pôde fez.
Num dos poucos atos de sensatez
Tocou-a com os dedos trêmulos

Nada que se espera, há
Em nenhum dos dois há pedido
Nem recado feito ou temido.
Que o outro parta pro lado de lá

nao

Posted in em destaque on dezembro 19, 2011 by felipert

Simplório.

Simplório sim,
que toca seu fundo.
iniciando estopim

E’mpurra-me ao mundo
Ou fundo do poço.
Pertinente também,
sem crer nesse moço

vivi dor e falha
sem erro e julgo
venci a batalha
te banhei em sugo.

Como nada nem moço
Que te conhecesse.

aguardo neutro
vivo aos poucos.

é isso

Posted in em destaque on dezembro 15, 2011 by felipert

Alguém tira. isso, daqui.
Qu’eu to comendo meu caqui.
É que eu consigo ver sabor
Saliente feito tal calor.

Calor que me molha consoado
Muito antes de ter dito
Pra ser junto e molhado
Não preciso ouvir seu grito.

falho montante se desfez
Na alergia dum constante
Dado a ti sempre ou talvez

Mesmo crua e formal
Decretando ser distante
Quero a ti, um bom natal.

saudou

Posted in em destaque on dezembro 9, 2011 by felipert

Num montante comparativo, eu diria 4.
Nadando a pé em meio a atro.
Da tal pele do que fala enrolado
Enquanto a presença do tal, feito ornato.

Desde que saiba a verdade e diga
E que alimente d’outra tal fadiga
Não espere nada menos que fala
E não te use pra minha bengala

Sabe que fere outro em razão
Da destemida rara intenção
de detalhar os defeitos
como se lhe faltasse respeito.

Partir do principio eu não vou
Vou ligar pro final e pedir-lhe
Lembranças de quem não saudou