Archive for the categoricamente Category

vento

Posted in categoricamente, Uncategorized on fevereiro 16, 2018 by felipert

folha da parte, leia
onde espera tem a ver com arte,
incendeia


-porre de verdade
cansou

para enquanto é (tempo para)
suave e quer
chave, mulher

-corre da metade
e andou
xeque

vento bate
sento
xeque-mate

Edit:
to confuso como um xeque.

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chuva 2

Posted in categoricamente, meu pior, jogado por aqui on maio 25, 2012 by felipert

Cansado. Dos mesmos rostos, das mesmas falas e sensações
a chuva faz um barulho estranho e cansa.
o caminho faz uma curva nova. Mas cansa
a paz faz castigos novos, quem quer dizer que não cansa?

Cansativo, é o motivo pelo qual quero deixar. Deixar minha vontade falar sem hesitar.
Invisível nada num mar de nada. Fala sobre cores e revoada é a correção.

Faz de tudo um “passamão” desconfigurado. Deixa ser inutilizado pela falta de ideia, dela tao voraz e agora tão véia. Sem sermão, num conjunto de mil fases, nem se por num corpo só, todas nossas frases, vai dar algo além de pó.

Adeus.

para 2012

Posted in categoricamente on maio 16, 2011 by felipert

Eu já escrevi as cartas pra dizer adeus, muito antes de dizer. É natural na condição que vivo, do pior ao instintivo, saber que quem chegou há tanto tempo, sem que eu procurasse ou sem procurar por mim, fosse da mesma maneira.
Taquei seus pertences no fogo, com olho queimando e gasolina flamando as peças. Logo quem começa é o lado de lá. Ameaça ou vá, não me faça implorar.
O sentido…
Já me orgulhei de dominar o tato e quis tanto que a memória fosse um deles.

violoncelos e clarinetes

Posted in categoricamente on abril 18, 2011 by felipert

Sei que sons de violoncelos e clarinetes não vão te enfeitiçar. Então meu sopro diz que toques podem traduzir. No movimento das casas claras, bêbadas, enfileiradas, surpreendentes. No plano grosseiro, te deseja nua e em posições angulares, atrelando, atravessando, entrando e forçando seu espaço ‘por favor, force’. Ele corrói e falsifica a reação alheia. Ela destrói e minimiza a distração parelha. Ele só deseja, ela só quer ser desejada. Ambos cumprem a necessidade do outro. O contrário é tencionado por cada um. Ela pensa em adiar a ânsia em tê-lo em atrito, pra que ele sinta o gozo aportar sem controle. Saciados, o relato contou. Saciados os dois.

Ninguém pode ser parte de nós, sendo só frase enfeite e coscós. Me embebede de seu expurgo e saliente a gravidade disso. Rapaz que absorve o excremento. É sim, excremento que é dito impuro, eu juro, é meu no finito teu Breu, como se eu fosse Romeu.

Metido no vaso da cria
nossa cria densa em alegria
teu filho num amplo espaço
que proveio só do meu cangaço

a cabeça em desarmonia
só que grava em fotografia
desalinha e me deu teu abraço
pra reinar num cavalheiresco paço

amanhã você será mania
minha parte fiel na orgia
mas tua pele em próprio carraço
já tratei pra servir-me em agraço.

Por manual

Posted in categoricamente on fevereiro 17, 2011 by felipert

Não que se torne, ou volte a ter o mínimo de diferença, mas obtive maior satisfação enquanto estive ao seu lado pelas 3h50. É assustador sim, mas é teu. Enfim, obrigado por ter me dado algo a ser dito e pensado.

Em vista do que fui, e me tornarei…

é a falha, maldita fornalha que assa meu. O que é meu. E virei mais vezes, buscar do dele, transformar em líquido e beber lentamente, como o passar do pente em seus densos cabelos. E dele trancafiar com algemas, enfurdar nas colinas, sufocar-lhe em cutelos.
maldito seja meu destemido e não defendido orgulho, mas se dele livro, perco tal barulho e derivará alto irreal.
Marulho divino, sabe doer no menino, reluta ferino de antemão, socorrerá sua migalha. Se será tua batalha, é dela a resposta. Não te encosta, tu que é labrosta. Menino. É divino só quem te tratar mal. Não te ouvir por manual.

Elaborei o obrigado

Posted in categoricamente, meu pior, jogado por aqui on janeiro 21, 2011 by felipert

Vou poder exercitar minha frieza.
Meus ímpetos. Falar o que quiser por um tempo.
É que me prendi na tentativa de mudar. Mudar o que? Por qual motivo?
Empenho devia ser Um Impossível no singular.

Mas é ligado por todas essas e mais muitas outras coisas.
Fui adiando, ouvindo e mentindo junto. Infeliz atitude. Da juventude.
Que ainda da tempo pra jogar fora.
Talvez eu reclame o que é, de quem é. Mas não faça, talvez também.
E resgatar toda aquela vontade de ter milhões de braços.
Tocar, sentir, acariciar todos os que puder.

Enquanto eu. Fechei os olhos e quis ter só os braços suficientes pra um.

Eu só falhei em não ter feito tudo antes.
Durante todo tempo que cravou como amantes
Dádiva da macula. Eu a quero longe
tanto quando… afastar em passos o unge.

chuva

Posted in categoricamente, em destaque on dezembro 14, 2010 by felipert

Quis parecer ofensivo, preparei meu café e até acendi um cigarro, escondido das outras pessoas. E nada de Good Morning Beautiful por aqui. Tentei lembrar dos poucos adjetivos que lhe magoariam enquanto lesse o novo artigo: Embusteiro. Covarde. Aleivoso, sim, aleivoso. Talvez conheça esses, mas se quiser saber, embusteiro é o que me agrada com primazia, fado, tão de agrado a toda coisa.
Eu nem devia ocupar esse espaço, que em sua maioria é para discussão interna, coisas que realmente me incomodam. Parece-me muito sensato, mesmo que mediato ao proposito inicial, meu ensejo é mais que nupcial. Entenda.

Aleivoso. Embusteiro. Covardia em cor de sono, a luz do dia, tirou teu trono.
Obrigado.