Archive for the meu pior, jogado por aqui Category

cinza vive

Posted in meu pior, meu pior, jogado por aqui, Uncategorized on fevereiro 25, 2018 by felipert

voce tenta me matar
pode me matar se quiser

nao morro, nao morrerei

nunca estive morto
nem na vontade morro

nao morreria hoje
foge
mesmo q tente nao morreria

nem q a morte fosse dia

pode me matar se quiser, não vou morrer

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ler sem virgula

Posted in meu pior, jogado por aqui on dezembro 24, 2017 by felipert

Estive pensando que errar é erradicar. Chances de imaginar o que causaria, numa maioria, esmagadora, a protetora voz que indica melhora.
farei o certo por mim, mesmo que a sombra tome todos os cantos. Tanto dos mundos, some a lombra do mesmo sim, aperto o que direi.

Não há motivação que prossiga o pensamento de ter de ve-la se encostar. Mesmo que estivesse no efeito alcoolico ou querendo, continuo vendo em publico e meu ver ardendo.

Mate meu acinzentar, quero distinguir novamente quem trará definições “que de antemão, a desprezível, ignorou”.

E desde que voltou a ver o que há dentro, espantou com o momento de deixar partir, tentando não rir.

Vale mais manter o que te agrada num prato frio ou repensar sua coroa num outro bairro. Tire sarro o quanto quiser, ou pense que onde for, se vier, estarei com menos dor do que dividir esse paladar com saber que quer. Não inverta sua posição pra quem te brilha mais que velhos toques. Não troque. De o choque, nem sempre retoque, soque, tente explicar o que é aquele berloque e foque.

 

porque comigo não fez.

Interesse covarde

Posted in meu pior, jogado por aqui on janeiro 12, 2017 by felipert

Volta a questionar em tempo
Depois que corroeu com lágrima
Em prazo perdido da vindima
Há, desde que, for de tempo.

Passou bem diante do olho
Veio bem se achegando ali
Fez pergunta só pra te notar
Quando queria interferir

Interesse covarde, eletrizou
Corte na minha língua acovardou
Sou menor do que imaginei.
Sem tempo, sem.

olhe pros dois lados antes de atravessar

Posted in em destaque, meu pior, jogado por aqui on junho 17, 2013 by felipert

crânio de animal em estrada

Existem diversos tipos de liberdade, a programada é a menos infeliz.
Digo isso na posição que estou. Rei absoluto dos sons, dono das curvas, magnânimo das estrelas.
Aqui, nesse calabouço, sigo vidas que darei a mercê do meu humor, numa insensatez digna de alguém vindo do seculo VINTE E UM, só pra mal vadear e cancerizar o mundo.

Pegarei incansáveis vezes sua lama, seu suor e darei aos seus filhos. Esses, farei beber sangue dos ratos que vivem na sua casa, moerei seus órgãos e servirei polvilhados sob a comida. A urina vai ajudá-los a engolir a carcaça ríspida e atordoante. Vou cortar suas vísceras pelas narinas sem antes servir água e uma noite agradabilíssima de sono.

Seus aliados serão alinhados um atrás do outro, com a boca costurada ao anus do parceiro da frente até que façamos um círculo. Numa duzia de golpes de machado em cada membro, deixarei com que sangrem muito e trarei soro aos poucos, reduzindo as chances de morrer.

Sua família será meu maior lapso. A mãe será escrava sexual dos meus animais. É preciso remover sua epiderme, a derme e queimarei com hastes de pontas revestidas com algodão sua hipoderme, das canelas até a virilha.
Seu pai terá a rola eletrocutada a cada 3min com um fio de descarga minima, só pra mantê-lo acordado. Darei tapas em seus ouvidos para descomprimi-los enquanto enfio um tubo de gás hélio pelo nariz. Com a pressão mais amena que houver. Nem imagino o mal que isso causa.

Você pode ser roteiro de um filme.
Pretendo te deixar dormir 10 minutos por hora, dando sedativos em doses baixas e choques fracos para acordá-lo. Remover a maçã do seu rosto e no lugar dela, costurar um focinho de algum animal qualquer.
Tirar pelo por pelo do seu corpo, com um esqueiro BIC. Sua sobrancelha, com as unhas.
Remover cirurgicamente seu braço e trocar pela perna. Talvez fazer uns buracos na sua nuca e colocar seus olhos lá. E os buracos que sobraram na frente usar como cinzeiro.
Injetar sangue de algum HIV positivo nas suas nádegas, com cuidado pra infectar a todos que tentem te ajudar.
Vender seu corpo por alguns minutos da satisfação sexual de algum anão virgem ou de algum diretor de filme pornôtrash.
Deixar um pedaço de esponja na sua garganta, com as suas mãos amarradas, pra que você consiga beber água pela esponja e que isso seja só o suficiente pra te manter de olhos abertos, ou talvez você consiga beber água respirando-a.
Colocar seu corpo, se é que ainda podemos chamá-lo assim, no chão ardente do agreste, com uma árvore fazendo sombra e um balde cheio de água e outro com gelo, logo ali, longe o bastante pra não conseguir chegar.
Te moer os dedos dos pés e refogar a carne, com bastante alho e sazon amarelinho.

Ainda quem sabe te deixar viver.

ignore qualquer existência feita em sua homenagem. fuja!

Posted in meu pior, jogado por aqui on janeiro 30, 2013 by felipert
copo de vida

copo de vida

É a facilidade, vem e te emenda. Transborda sua magnitude, da crédito a vontade. Eis que parte rumo ao antro das dúvidas. Sem coerção e sem malícia, pouco de sentimentalismo mas nesse caso é só sentimentalismo.
Duvida que você tem o que todos quiseram e quando quiseram, tiveram.
Não duvide. Alguém que se oferece abertamente ao dúbio é o maior merecedor da desgraça entreposta. Duvide nunca disso.
E vale dizer o que te carrega. Falsa intimidade, falso delírio, falsos amores e certezas.

Parto dia por dia atrás do que me manterá em equilíbrio, dai te encontro.
Não sei se sabe o poder que tem, de me deixar cair e erguer também.

Sentado perto do memorial, não são exclusivamente minhas as memorias. Nem duas das suas historias e isso obscurece a vontade de compreender, de deixar-se flutuar.

Nada muda nem mostra intento
em tal
nu alternado se mostra sedento
ao mal

mal que desfavorece qualquer parte.
que transforma adoecer em arte.
novamente a agonia cede
pedindo ao mentir que vede

chuva 2

Posted in categoricamente, meu pior, jogado por aqui on maio 25, 2012 by felipert

Cansado. Dos mesmos rostos, das mesmas falas e sensações
a chuva faz um barulho estranho e cansa.
o caminho faz uma curva nova. Mas cansa
a paz faz castigos novos, quem quer dizer que não cansa?

Cansativo, é o motivo pelo qual quero deixar. Deixar minha vontade falar sem hesitar.
Invisível nada num mar de nada. Fala sobre cores e revoada é a correção.

Faz de tudo um “passamão” desconfigurado. Deixa ser inutilizado pela falta de ideia, dela tao voraz e agora tão véia. Sem sermão, num conjunto de mil fases, nem se por num corpo só, todas nossas frases, vai dar algo além de pó.

Adeus.

foi que quis

Posted in em destaque, meu pior, jogado por aqui on março 17, 2012 by felipert

Diferente é migalha, num pedaço incoerente
da quieta batalha, já poderosa e insuficiente

nó dado, agravou com selada fria
só lado, ritmo tratado com alegria

vai ser bendita sim, sei também
da sua cicatriz, sem meu desdém

numa coerção pura imediata
seu toque que ainda brilha feito prata
é contente

vai ser bendita aqui, foi que quis