Archive for the meu pior Category

might be

Posted in meu pior on maio 15, 2018 by felipert

nao é fácil acentuar palavra por palavra. q coincidência, já comecei,
quem como voce sem a intenção da lavra, a sua incidência q comentei,
me faz olhar pros lados como aquele desenho do
“ué, e agora?”
to fora

mao sob mao, nao deixou q corrigisse
me corrija então, antes q a mesmice
apodreça a intenção e vc ache a sandice
e eu conceda adjetivos p julgar (essa possível) relice

cara no asfalto, a batida na porta vem incessante
tome de assalto ou falhe só nessa provocante
maneira de me afastar por perto
de me manter proximamente longe
agitar com uma mão o desconserto
com a impaciência do nao monge
eu venho

relice = o q é reles
might be = anderson .paak

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cinza vive

Posted in meu pior, meu pior, jogado por aqui, Uncategorized on fevereiro 25, 2018 by felipert

voce tenta me matar
pode me matar se quiser

nao morro, nao morrerei

nunca estive morto
nem na vontade morro

nao morreria hoje
foge
mesmo q tente nao morreria

nem q a morte fosse dia

pode me matar se quiser, não vou morrer

ja executei

Posted in jogado por aqui, meu pior on fevereiro 4, 2018 by felipert

as maneiras mais estranhas de compensar um erro com outro
mudei a marca dos meus perfumes e do tetanotro
a ruga dessa preocupação constantemente diminui
daqui, lendo essa parte, quem quiser conclui
que estou no molho. e cego de um olho.

o outro tá fechado.

não tenho mais pesar novo
meu menos ocular estrovo
desgastou, agora quem eu sou
vai definir o que há de vir.

não lamento
esse momento
é todo seu
comigo e eu
destemido e céu
desconhecido cruel
deixou de querer quem nao quer

parboilizado

Posted in jogado por aqui, meu pior on março 3, 2015 by felipert

Vivo e sei que sou errante
Erro ao acordar e dar longos passos
Sinto que ainda não é o bastante
Insuficientemente desfaz embaraços

Nada é o que deveria
Nem que outrora veste tua alegoria
Ou quando embora ainda não seja meu dia
A decisão medida cai pela lagrima fria

Eu mesmo sei que não pude
Em momento fui fraco
Pela torta qual virtude
Pus a cara no buraco

Buraco cheio de merda
Ha quem duvide o motivo
Eu não quis mas foi a perda
Que te (você egoísta), manteve bem vivo (viva).